domingo, 23 de agosto de 2009

Construir pontes é uma das saídas, ou entradas.
Elas que têm via dupla, ou de mão dupla.
Num dado momento, trafego intenso indo e vindo, amigos, amigas, grupos, parceiros, parceiras, trabalho, família, sopa de letrinhas, tudo direitinho e num dado momento aquele grito de espanto.
Nothing is real... E a família congestiona o fluido trafego, o trabalho traz sucesso, a sopinha de letras vira manjar gustativo, mas não palatável, porém irresistível...
A parceria é menor do que parecia... E a parceira é melhor que a amiga...
Inacreditável! Mas é. Quem diria né?
Artificial.
A luz ofusca por ser fria, reflexa e imagética...
Outro momento, e, súbito, tudo volta ao normal na mão dupla da via dupla...
E La nave va!
Matrix!
É assim que útil e benéfico não é construir pontes, mas abrir e estender estradas e nelas fazer caminhos...
Elas que têm margens...
Que são vivas.
E plantar árvores...
Cuidar das raízes...
Cuidar da relva, regar arbustos, colher flores e frutos ao longo dessa estrada...
E ancorar-se no coração quando caminhante ao sol...
E regar o sonho da alma durante o sono do repouso corporal...
Ao livre ar do ar-livre ... Laborar... Se... Laborare Orare!

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