sexta-feira, 24 de janeiro de 2014





Se tivermos que pintar o retrato de um ser social feliz, de um sujeito completo em sua humanidade, temos de atribuir-lhe atividades como:


Ler muito, fazer cursos formadores em artes, literatura, cinema, fotografia, visitar periodicamente amigos e familiares, fazer caminhadas flanando pelas ruas de sua comunidade, despreocupadamente e desinteressadamente, ir à praia semanalmente, ou a uma lagoa, ou a um açude, visitar museus, realizar atividades humanitárias, ter um passatempo predileto, ter um trabalho que lhe permita  tempo necessário para planejar, realizar e usufruir das atividades de sua preferencia, elencadas acima,  reconhecer e sentir qual o seu real valor como parte da humanidade.


Isso significa a volta ao caminho e condição natural da verdadeira natureza humana.


O ser, o existir, o sujeito-ator, ficará apenas como um retrato pintado numa mureta nos subterrâneos da sobrevivência?


Vilemar F. Costa, Francisco  -  23.01.014


 

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